terça-feira, 8 de março de 2011


"As pequenas coisas são o que é eterno, e o resto, todo o resto, é brevidade, extrema brevidade"

(Antonio Porchia)

quarta-feira, 2 de março de 2011



Quando deus criou as mães...
No dia em que Deus criou as mães,
um anjo apareceu-lhe e disse:
-Por que esta criação está lhe deixando tão inquieto senhor?
E o Senhor Deus respondeu-lhe:
-Você já leu as especificações desta encomenda?
Ela tem que ser totalmente lavável, mas não pode ser de plástico.
Deve ter 180 partes móveis e substituíveis,
funcionar à base de café e sobras de comida.
Ter um colo macio que sirva de travesseiro para as crianças.
Um beijo que tenha o dom de curar qualquer coisa,
desde um ferimento até as dores de uma paixão,
e ainda ter seis pares de mãos.

O anjo balançou lentamente a cabeça e disse-lhe:
-Seis pares de mãos Senhor? Parece impossível?!

-Mas o problema não é esse, falou o Senhor Deus
- e os três pares de olhos que essa criatura tem que ter?

O anjo, num sobressalto, perguntou-lhe:
-E tem isso no modelo padrão?
O Senhor Deus assentiu:
-Um par de olhos para ver através de portas fechadas,
para quando se perguntar o que as crianças estão fazendo lá dentro
(embora ela já saiba); outro par na parte posterior da cabeça,
para ver o que não deveria, mas precisa saber,
e naturalmente os olhos normais,
capazes de consolar uma criança em prantos,
dizendo-lhe: "Eu te compreendo e te amo!"
- sem dizer uma palavra.

E o anjo mais uma vez comenta:
-Senhor... já é hora de dormir. Amanhã é outro dia.

Mas o Senhor Deus explicou-lhe:
-Não posso, já está quase pronta.
Já tenho um modelo que se cura sozinho quando adoece,
que consegue alimentar uma família de seis pessoas
com meio quilo de carne moída e consegue convencer uma criança de 9 anos a tomar banho...

O anjo rodeou vagarosamente o modelo e falou:
-É muito delicada, Senhor!

Mas o Senhor Deus disse entusiasmado:
-Mas é muito resistente!
Você não imagina o que esta pessoa pode fazer ou suportar!

O anjo, analisando melhor a criação, observa:
-Há um vazamento ali, Senhor...
-Não é um simples vazamento, é uma lágrima!
E esta serve para expressar alegrias, tristezas, dores, solidão,
orgulho e outros sentimentos.
-Vós sois um gênio, Senhor! - disse o anjo entusiasmado com a criação.
-Mas disse o Senhor: isso não fui eu que coloquei. Apareceu assim...

terça-feira, 1 de março de 2011


Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome...Auto estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passava de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades. Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de...amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar uma situação ou alguém só para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disto é... respeito.
Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável. Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou isso de egoísmo. Hoje sei que se chama...Amor Próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes. Hoje descobri a...Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é...Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço de meu coração, ela se torna grande e valiosa aliada. Tudo isso é... Saber Viver"

( Charles Chaplin )

Quem quiser saber o que é felicidade
É uma mistura temperada de prazer
É um sonho lindo que vira realidade
É feito uma dança que te leva sem querer
É um fogo que te acende de repente
É uma fonte que refresca
É um sol que te aquece diferente
É um coração em festa
É uma estrela que cintila no olhar

Busco o raio de sol,
Mas preciso da chuva.
Busco a fonte do rio,
Mas preciso de solo firme.
Busco uma estrada além,
Mas preciso de um endereço.
Busco fontes de saber,
Mas preciso de recolhimento.
Busco sempre a luz,
Mas preciso de sombra.
Busco as águas do mar,
Mas preciso saciar a sede.
Busco amigos presentes,
Mas preciso ficar só.
Busco conter a saudade,
Mas preciso do abraço.
Busco o sorriso da criança,
Mas preciso derramar meu pranto.
Busco o brilho das estrelas,
Mas preciso da escuridão.
Busco o colorido das flores,
Mas preciso de neutralidade.
Busco a melodia das músicas,
Mas preciso de silêncio.
Busco a noite calma,
Mas preciso do amanhecer.
Busco a mim mesma,
Mas preciso de você.
Busco Deus em orações,
Mas preciso aumentar a minha fé...

“Todos somos capazes de viver uma vida de intensa alegria. Dentro de cada um de nós existe um admirável espírito humano suficientemente forte para superar a dor e a desilusão. E, ainda que às vezes duvidemos disso, em qualquer situação sempre é possível captar essa força, essa sabedoria interior, e agir para criar mais alegria.”
(Salle Merrill )

"As tempestades da vida"...


Um escritor inglês, do século passado, conta em uma de suas obras que na praia perto de sua casa, uma coisa muito interessante podia ser vista com freqüência:



Um navio lançando a sua âncora no mar enfurecido.

Dificilmente existe uma coisa mais interessante ou sugestiva do que essa.


O navio dança sobre as ondas
Parece estar sob o poder e à mercê delas. O vento e a água se combinam para fazer do navio o seu brinquedo. Parece que vai haver destruição; pois se o casco do navio for lançado sobre as rochas, será despedaçado.

Mas observamos que o navio mantém a sua posição. Embora à primeira vista parecesse um brinquedinho desamparado à mercê dos elementos, o navio não é vencido.
Qual é o segredo da segurança deste navio? Como pode resistir às forças da natureza com tanta tranqüilidade? Existe segurança para o navio no meio da tempestade porque ele está ancorado!

A corda à qual ele está amarrado não depende das águas, nem de qualquer outra coisa que flutue dentro delas.


Ela as atravessa e está fixada no fundo sólido do mar.
Não importa quão forte o vento sopre ou quão altas sejam as ondas do mar...

A sua segurança depende da âncora que está imóvel no fundo do oceano.

Muitas vezes nos sentimos no meio de uma tormenta, sendo jogados pelas ondas da vida para cima e para baixo e açoitados pelo vento da adversidade.

Parece-nos, às vezes, que não conseguiremos sobreviver a determinados períodos de nossas vidas.
Sem uma vida espiritual, a nossa vida é como um navio sacudido pelo mar enraivecido das circunstâncias incontroláveis da vida.

Mas, confiando em Deus, experimentamos sua presença e amor como âncora da nossa vida.

Nos sentimos encorajados e esperançosos.
Essa esperança mantém segura e firme a nossa vida, assim como a âncora mantém seguro o barco.

(L. R. Silvado)

"A gratidão desbloqueia a abundância da vida. Ela torna o que temos em suficiente, e mais. Ela torna a negação em aceitação, caos em ordem, confusão em claridade. Ela pode transformar uma refeição em um banquete, uma casa em um lar, um estranho em um amigo. A gratidão dá sentido ao nosso passado, traz paz para o hoje, e cria uma visão para o amanhã. "